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Brasil aposta em 'fair trade' para expandir mercados na Europa PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo
Escrito por Wagner Ferrer   
Sex, 27 de Agosto de 2010 04:23

Ampliar participação de empresas brasileiras no mercado europeu exige até hoje uma aula de geografia para mostrar aos consumidores que a maior parte do setor produtivo do país está a milhares de quilômetros da Amazônia.

 

 

As 120 empresas brasileiras que participam da Anuga 2009, a maior feira mundial de alimentos, sabem que para conquistar o consumidor europeu precisam mostrar que atendem aos padrões de sustentabilidade ambiental e que não destroem florestas.

"Temos a missão de mostrar para o mundo, e para os europeus especialmente, que o Brasil é um país muito grande e que nossos setores produtivos estão em todas as regiões. Nossa produção agropecuária não tem absolutamente nada a ver com a Amazônia", frisou Christian Lohbauer, da Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR) durante a feira, que começou no sábado e vai até esta quarta-feira (14/10) na cidade de Colônia, na Alemanha.

A preocupação em deixar claro que as fazendas estão longe da floresta tem fundamento. Segundo estudo de inteligência comercial elaborado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), as principais oportunidades para produtos brasileiros na Europa estão ligadas a conceitos como fair trade, sustentabilidade ambiental, produtos naturais, exóticos, orgânicos e alimentos funcionais.

União Europeia é o maior comprador mundial de frutas brasileirasUnião Europeia é o maior comprador mundial de frutas brasileiras"Ainda há a predominância de demanda por produtos 'premium' para Europa e América do Norte, enquanto os produtos brasileiros mais básicos têm mais espaço em países da Ásia, Oriente Médio e África", analisa o presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira.

A procura por frutas exóticas produzidas dentro das regras de sustentabilidade e preservação do meio ambiente na região amazônica disparou no primeiro semestre deste ano em relação a 2008, com um crescimento de 59% nas vendas externas. A União Europeia continua sendo o maior comprador de frutas brasileiras, responsável por 76% das exportações. As frutas mais vendidas foram uva, melão, manga, maçã, limão e melancia.

Gado na floresta

O setor de carne bovina sofre enorme pressão por conta da sustentabilidade socioambiental. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrando que o rebanho bovino na Amazônia cresceu 78% entre 1997 e 2007 exigem muitos esclarecimentos do presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Roberto Gianetti da Fonseca.

"Nós não precisamos desmatar a Amazônia para criar gado no Brasil. As empresas ligadas à Abiec têm o compromisso de não comprar carne produzida em áreas ilegais, e temos o monitoramento de entidades como o Greenpeace, que rastreiam a origem do gado por satélite. Naturalmente a região é muito grande e existem pecuaristas clandestinos, mas eles não entram no nosso mercado", explica ele.

Avanço da pecuária ilegal na Amazônia prejudica imagem do BrasilAvanço da pecuária ilegal na Amazônia prejudica imagem do BrasilO Brasil é o maior fornecedor mundial de carne bovina, exporta para mais de 150 países e tem o maior rebanho comercial do mundo, de aproximadamente 198 milhões de cabeças. As atividades de cria, recria e engorda de gado de corte se concentram nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, onde estão 54% do rebanho total. Na região amazônica, existem cerca de 38 milhões de cabeças, que representam 19,4% do rebanho.

Segundo dados da Abiec, as empresas trabalham no aumento da produtividade através de melhoramento genético do rebanho, melhoria das pastagens, intensificação da defesa sanitária e do sistema de rastreabilidade da criação bovina. Isto poderia levar, em uma década, ao dobro da produção atual de carne e couro, sem que fosse necessário ocupar novas áreas.

No total, de acordo com os números da Apex-Brasil, o país tem 388 milhões de hectares de terras férteis e de alta produtividade. Com pelo menos 90 milhões de hectares agricultáveis ainda não utilizados, tem potencial para aumentar em cerca de três vezes sua atual produção de grãos sem avançar sobre florestas. A agência estima ainda que, com uma maior produtividade na pecuária, cerca de 30% dos 220 milhões de hectares hoje ocupados por pastagens poderiam ser incorporados à produção agrícola.

Sobre a feira

A edição 2009 da Anuga, entre 10 e 14 de outubro, tem a participação 6.522 empresas vindas de 97 países. A delegação brasileira foi organizada pela Apex-Brasil e ocupa uma área de 2,2 mil metros quadrados no centro de eventos da cidade de Colônia, na Alemanha.

O Brasil participa da feira como maior exportador mundial de café, sucos, açúcar, etanol de cana-de-açúcar e carne bovina e de aves. Cerca de 20% da produção nacional de alimentos são embarcados para mais de 200 países.

Autora: Francis França
Revisão: Rodrigo Rimon

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Satisfação PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo
Escrito por Wagner Ferrer   
Qua, 24 de Março de 2010 04:05

Prezados leitores,

Venho recebendo inúmeros e-mails de diversas partes do nosso paiz interessadas em diversos assuntos.

Entre vários assuntos relevantes encontra-se o de procedimentos para adquirir o selo Fair Trade aqui no Brasil; de onde encontrar produtos com o selo Fair Trade, como comercializar produtos específicos e artesanais, como chocolate e o que mais me chamou atenção e claro que não menos que as demais procuras, me alegrou muito, foi a procura de universitários, pós-graduados, mestres, doutores e excelentíssimos professores de nossas escolas de ensino médio e fundamental a procura de mais informações e fatos que pudessem confirmar, propagar e efetivamente passar a frente a visão tão crua de Comercio Justo aqui no Brasil.

Esses estudantes, professores e interessados, estão buscando se informar, esclarecer e passar esse conceito, que no Brasil, não é discutido em quaisquer que seja a roda social e a região que estamos. O fato é que ninguém sabe perfeitamente sobre Comercio Justo por aqui. E o porquê é obvio: ninguém fala sobre isso, sejam os formadores de opinião, os mestres de nossas brilhantes universidades, os vergonhosos políticos que, nem em época de eleição, são capazes de colocar isso em pauta, a mídia que há tempos é nosso maior poder e maior voz de influencia neste país, enfim, todos se calam, todos balançam a cabeça, todos dão tapinhas nos ombros, mas ninguém, ninguém conversa sobre isso.

O Brasil, (faço questão de colocar abaixo a definição encontrada de ordem universal na internet de nosso país, onde coloca se claramente a grande e importância do Brasil somente definindo seu território), vira as costas para esse assunto. Um pais hoje erguido, influenciado, iludido e afogado em projetos sócias como “Fome Zero”(sem comentários), bolsa escola, bolsa família, e todas as outras bolsas (que nos deixam ter medo de andar de bolsas) e uma imensidão de bla bla blas românticos e enganadores, se recusa a cada ano falar sobre, abrir portas para isso.

No Brasil encontramos menos de 10 cooperativas que possuem o selo Fair Trade, todas as outras continuam na dependências dos grandes “Gângsters da pós modernidade” comercializando produtos que não os pertencem.

O Brasil, oficialmente República Federativa do Brasil, é uma república federativa presidencialista localizada na América do Sul, formada pela união de 26 estados federados e por um distrito federal, divididos em 5.565 municípios. Faz fronteira a norte com a Venezuela, com a Guiana, com o Suriname e com o departamento ultramarino da Guiana Francesa; ao sul com o Uruguai; a sudoeste com a Argentina e com o Paraguai; a oeste com a Bolívia e com o Peru e, por fim a noroeste com a Colômbia. Os únicos países sul-americanos que não têm uma fronteira comum com o Brasil são o Chile e o Equador. O país é banhado pelo oceano Atlântico ao longo de toda sua costa norte, nordeste, sudeste e sul. Além do território continental, o Brasil também possui alguns grandes grupos de ilhas no oceano Atlântico como os Penedos de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha (território estadual de Pernambuco), Trindade e Martim Vaz, no Espírito Santo, e um complexo de pequenas ilhas e corais chamado Atol das Rocas (que pertence ao estado do Rio Grande do Norte).

Com 8,51 milhões de quilômetros quadrados de área,[ equivalente a 47% do território sul-americano, e com cerca de 190 milhões de habitantes, o país possui a quinta maior área territorial do planeta e o quinto maior contingente populacional do mundo. O Brasil é o único país falante do português das Américas, além de ser uma das nações mais multiculturais e etnicamente diversas do mundo, resultado da forte imigração vinda de muitos países.

Enfim, quero dizer que esse blog foi criado para ajudar a propagar o Comercio Justo aqui no Brasil, e que conto com a ajuda de todos vocês para isso.

Infelizmente não temos todas as respostas para as perguntas de vocês, mas juntos, podemos encontrar e a cada dia tornar essa idéia cada vez mais forte!

Conto com a ajuda de vocês e estarei aqui defendendo, propagando e procurando todas as respostas que estamos ansiosos para saber.

Um Grande Abraço, Wagner Ferrer.

 

Deixo um texo tirado do World Vision: http://www.worldvision.ca/ContentArchives/content-stories/Pages/FairTradeinBrazil.aspx

Se a globalização muitas vezes resulta em um fosso crescente entre ricos e pobres e em danos ambientais generalizados, não é por falta de alternativas. 

Pessoas de todo o mundo estão trabalhando juntos para fortalecer as famílias, comunidades, e manter o meio ambiente. Os seus esforços concentrados resultaram em melhoria da saúde e nutrição, mais escolas, aumento da renda familiar e recursos naturais protegidos. 

No Ceará, Um estado do Nordeste do Brasil, metade da população vive em extrema pobreza, ganhando menos de

US $40 por mês. É uma das áreas mais pobres da América do Sul. No entanto, no meio da pobreza profunda, um novo tipo de relacionamento global? Um relacionamento baseado no respeito às pessoas e ao planeta? Foi iniciado, e ele já provou ser um bom negócio. 

Com um empréstimo do Banco de Desenvolvimento Internacional, a Visão Mundial foi capaz de ajudar as famílias de agricultores locais comercializarem, via cooperativas de comércio justo, melões orgânicos para grandes cadeias de supermercados na Europa. As técnicas de agricultura biológica são os melhores para o ambiente, e os agricultores ganham agora um preço decente e digno para suas colheitas. 
Isto significa que podem tomar dinheiro emprestado para investir em suas fazendas. E os pais são capazes de enviar seus filhos à escola e fazer planos para seu futuro. A comunidade recebeu um novo sopro de vida por causa de um sistema de comércio justo. 

"Quando chegamos aqui", diz Helder Diniz, gerente de projetos da World Vision ", percebemos que os agricultores desta área estavam produzindo uma qualidade muito elevada e produto comercializável. Visão do mundo foi capaz de conectá-los com os mercados na Europa, eles eram capazes de vender seu produto fora do Brasil, bem como localmente ". 

A iniciativa triplicou o rendimento agrícola, com as famílias começam agora a viver além do nível de pobreza. Este exemplo do Brasil mostra que quando a globalização é bem feita, todos são beneficiados. 

É um lembrete de que todos nós temos um papel a desempenhar para promover a globalização positiva. Governos, empresas, organizações e indivíduos. ? ! 

 
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Escrito por Wagner   
Qua, 04 de Novembro de 2009 04:54

Ampliar participação de empresas brasileiras no mercado europeu exige até hoje uma aula de geografia para mostrar aos consumidores que a maior parte do setor produtivo do país está a milhares de quilômetros da Amazônia.

 As 120 empresas brasileiras que participam da Anuga 2009, a maior feira mundial de alimentos, sabem que para conquistar o consumidor europeu precisam mostrar que atendem aos padrões de sustentabilidade ambiental e que não destroem florestas.

"Temos a missão de mostrar para o mundo, e para os europeus especialmente, que o Brasil é um país muito grande e que nossos setores produtivos estão em todas as regiões. Nossa produção agropecuária não tem absolutamente nada a ver com a Amazônia", frisou Christian Lohbauer, da Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR) durante a feira, que começou no sábado e vai até esta quarta-feira (14/10) na cidade de Colônia, na Alemanha.

A preocupação em deixar claro que as fazendas estão longe da floresta tem fundamento. Segundo estudo de inteligência comercial elaborado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), as principais oportunidades para produtos brasileiros na Europa estão ligadas a conceitos como fair trade, sustentabilidade ambiental, produtos naturais, exóticos, orgânicos e alimentos funcionais.

 "Ainda há a predominância de demanda por produtos 'premium' para Europa e América do Norte, enquanto os produtos brasileiros mais básicos têm mais espaço em países da Ásia, Oriente Médio e África", analisa o presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira.

A procura por frutas exóticas produzidas dentro das regras de sustentabilidade e preservação do meio ambiente na região amazônica disparou no primeiro semestre deste ano em relação a 2008, com um crescimento de 59% nas vendas externas. A União Europeia continua sendo o maior comprador de frutas brasileiras, responsável por 76% das exportações. As frutas mais vendidas foram uva, melão, manga, maçã, limão e melancia.

Gado na floresta

O setor de carne bovina sofre enorme pressão por conta da sustentabilidade socioambiental. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrando que o rebanho bovino na Amazônia cresceu 78% entre 1997 e 2007 exigem muitos esclarecimentos do presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Roberto Gianetti da Fonseca.

"Nós não precisamos desmatar a Amazônia para criar gado no Brasil. As empresas ligadas à Abiec têm o compromisso de não comprar carne produzida em áreas ilegais, e temos o monitoramento de entidades como o Greenpeace, que rastreiam a origem do gado por satélite. Naturalmente a região é muito grande e existem pecuaristas clandestinos, mas eles não entram no nosso mercado", explica ele.

O Brasil é o maior fornecedor mundial de carne bovina, exporta para mais de 150 países e tem o maior rebanho comercial do mundo, de aproximadamente 198 milhões de cabeças. As atividades de cria, recria e engorda de gado de corte se concentram nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, onde estão 54% do rebanho total. Na região amazônica, existem cerca de 38 milhões de cabeças, que representam 19,4% do rebanho.

Segundo dados da Abiec, as empresas trabalham no aumento da produtividade através de melhoramento genético do rebanho, melhoria das pastagens, intensificação da defesa sanitária e do sistema de rastreabilidade da criação bovina. Isto poderia levar, em uma década, ao dobro da produção atual de carne e couro, sem que fosse necessário ocupar novas áreas.

No total, de acordo com os números da Apex-Brasil, o país tem 388 milhões de hectares de terras férteis e de alta produtividade. Com pelo menos 90 milhões de hectares agricultáveis ainda não utilizados, tem potencial para aumentar em cerca de três vezes sua atual produção de grãos sem avançar sobre florestas. A agência estima ainda que, com uma maior produtividade na pecuária, cerca de 30% dos 220 milhões de hectares hoje ocupados por pastagens poderiam ser incorporados à produção agrícola.

Sobre a feira

A edição 2009 da Anuga, entre 10 e 14 de outubro, tem a participação 6.522 empresas vindas de 97 países. A delegação brasileira foi organizada pela Apex-Brasil e ocupa uma área de 2,2 mil metros quadrados no centro de eventos da cidade de Colônia, na Alemanha.

O Brasil participa da feira como maior exportador mundial de café, sucos, açúcar, etanol de cana-de-açúcar e carne bovina e de aves. Cerca de 20% da produção nacional de alimentos são embarcados para mais de 200 países.

Autora: Francis França
Revisão: Rodrigo Rimon 

 
Comércio justo e a crise financeira PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo
Escrito por Wagner   
Seg, 15 de Junho de 2009 06:12

"Eu achava que a crise ia acabar com o comércio justo, que as pessoas só voltariam a levar em conta o preço na hora de comprar. Ninguém ia aceitar pagar mais por produtos que estão nessa rede do Comércio Justo. Mas felizmente isso não aconteceu. Os consumidores europeus, principalmente, viram que o Comércio Justo é uma saída para o contexto que gerou a crise, é uma resposta de uma nova proposta de mercado."

Comércio justo e a crise financeira

 
Fair Trade em Boston PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo
Escrito por Wagner   
Seg, 15 de Junho de 2009 05:40

Primeiro Comércio de Feira anual evento de Boston.

O evento contou com música ao vivo, comidas e artes lindas de todos os lugares mundo.

Laughing Confira aqui!

 

 
Animação PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo
Escrito por Wagner   
Seg, 15 de Junho de 2009 05:02

Animação que descreve a exploração dos países do norte sobre os paises do sul, sobre a produção de materias primas.

 

 
Comércio justo no Brasil - Acesso ao Mercado PDF Imprimir Envie este artigo para um amigo
Escrito por Wagner Fèrrer   
Sáb, 06 de Junho de 2009 18:35

O Comércio Justo e Solidário já existe no Brasil! Muitos são os espaços de comercialização que já se reconhecem com esta proposta e até se auto-intitulam como tal. Mas por certo que precisamos crescer muito mais.

Vender não significa apenas colocar seu produto ou serviço para o consumidor. Vender bem requer uma ação planejada e consciente que demonstre na prática a atenção à qualidade, aos cuidados com as embalagens e rótulos, ao desenvolvimento e execução de estratégias de marketing, ao respeito aos direitos do consumidor etc.

Acessar mercados ou construir mercados solidários é assim uma tarefa que vai além da simples venda. Mais do que chegar lá, é preciso se manter, o que nem sempre é fácil num mundo onde a maior parte da produção se faz através da precarização do trabalho e degradação ambiental.

Abaixo apresentaremos algumas dicas e contatos dos distintos canais de comercialização justos e solidários já existentes no Brasil. Mais para a frente, pretendemos construir um guia de acesso e construção de mercados com outras dicas sobre como e o que fazer para se colocar cada vez mais e melhor nos canais de venda.

Wink Saiba mais no site Faces do Brasil.

Última atualização em Seg, 08 de Junho de 2009 04:47
 
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